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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Livreiro do Alemão cria "barracoteca" na favela

Fonte: Folha de São Paulo

31/07/2011 - 15h57 

EMILIO SANT'ANNA
DE SÃO PAULO


Enquanto traficantes do Comando Vermelho em fuga trocavam tiros com a polícia e soldados do Exército durante a ocupação dos complexos da Penha e do Alemão, em novembro de 2010, Otávio Júnior, 27, escrevia.


Sem poder sair de casa, finalizava "O Livreiro do Alemão" --seu ingresso no mundo dos escritores-- e preparava-se para instalar a primeira biblioteca do conjunto de 13 favelas na zona norte do Rio com quase 400 mil pessoas. 


"Quando os confrontos eram muito acirrados, eu produzia muito. Escrevia enquanto as balas "comiam" para cima e pra baixo." 

Paula Giolito/Folhapress



Otávio Júnior criou a "Barracoteca Hans Christian Andersen"; no ensino médio, ele matava aula para ir à biblioteca


Biblioteca? Na verdade, trata-se da "Barracoteca Hans Christian Andersen" -corrige Otávio. O nome é uma homenagem ao escritor dinamarquês autor de contos como "A Pequena Sereia" e "A Roupa Nova do Rei". 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Biblioteca Nacional completa 200 anos de portas abertas ao público


Renato Grandelle - O Globo - 13/05/2011
Intelectuais como Benjamin Constant, João Caetano e Manoel Antônio de Almeida tiveram presença registrada (e frequente) na Biblioteca Nacional, cuja abertura para o público completou ontem 200 anos. A instituição, fundada em 1810, teve, em seus primeiros meses, acesso franqueado apenas à Família Real. O privilégio caiu por ordem do então príncipe-regente D. João VI, que dispôs as 60 mil peças do acervo a pesquisadores da Corte - desde que autorizados por ele. A trajetória dos frequentadores entre as estantes será lembrada, na semana que vem, em uma mostra no saguão da biblioteca.

FOTOS: Os 200 anos da Biblioteca Nacional em imagens.

Além dos ilustres, a instituição contava com uma penca de indesejados - e não fazia questão de esconder seus nomes. Avisos como "prohibida a entrada de Aarão Ackermann e David Vieira, por haverem retalhado e subtrahido paginas de livros que lhes foram dados para consulta (...)" já foram comuns na entrada da biblioteca.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Biblioteca do Congresso dos EUA disponibiliza arquivo musical na web

Fonte: Portal G1. Disponível em: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/05/biblioteca-do-congresso-dos-eua-disponibiliza-arquivo-musical-na-web.html

'National Jukebox' tem 10 mil arquivos gravados antes de 1925.
Livro virtual conta a história de 110 óperas

A biblioteca do Congresso norte-americano (Library of Congress), em parceria com a Sony, disponibilizou na internet seu catálogo de músicas, discursos, poesia e comédia gravados no país até o ano de 1925. No total são mais de 10 mil arquivos que podem ser acessados pelo site do serviço.




Segundo o jornal "The Washington Post", o chamado "National Jukebox" é considerado  o maior acervo de gravações históricas já disponibilizado na web. A biblioteca afirma, também, que o conteúdo será atualizado nos próximos meses e anos. Um livro virtual chamado "Victrola Book of the Opera" mostra a descrição de 110 óperas da época, com ilustrações, sinopses e uma lista de gravações.

"A falta deste conteúdo cirou uma amnésia cultural. Eu acho que o 'National Jukebox' fará com que as pessoas redescubram os artistas e personalidades", disse o criador da área de audiovisual da biblioteca do Congresso dos EUA, Patrick Loughney.
O arquivo de músicas pode ser acessado por meio do link http://www.loc.gov/jukebox/  O conteúdo está em inglês.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Os segredos das melhores bibliotecas

Camilo Gomide - Revista Educar para Crescer - 08/04/2011
Via: http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=9763&secao=32


A falta de hábito de leitura é um grave problema para os brasileiros. Pesquisas recentes mostram que a população do país vem lendo mais nos últimos anos, mas o percentual de leitores ainda é muito baixo (de acordo com o estudo Retratos da Leitura no Brasil, de 2008, 45 % da população estudada não leu nenhum livro nos últimos 3 meses, e é considerada não-leitor pela pesquisa).

Embora 67 % dos brasileiros saibam que existe uma biblioteca perto de seus lares, apenas 1 em cada 4 cidadãos as frequentam, de acordo com o Retratos da Leitura. A má condição dos estabelecimentos é um dos principais fatores que contribuem para esse distanciamento do público. O Retratos da Leitura mostra que 20 % dos leitores do país não vão às bibliotecas por causa da precariedade dos estabelecimentos.

Prédios velhos, falta de acervo, verba curta, má administração, entre outros, são alguns dos motivos que afastam o público das bibliotecas, e, consequentemente, da leitura. Se os brasileiros leem pouco, uma das causas é certamente a falta de acesso que a população tem aos livros.

Fazer com que as bibliotecas tenham maior alcance e sejam disseminadoras do conhecimento é um desafio e tanto, mas, é possível, como mostram experiências bem-sucedidas pelo Brasil.

Conheça a seguir algumas ações que contribuem para a valorização das bibliotecas e estimulam o prazer da leitura.

Veja as 11 dicas em http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/melhores-bibliotecas-485917.shtml

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Entrevista: "Biblioteca: seja bem-vindo".

Biblioteca: seja bem-vindo

Entrevista publicada na revista eletrônica RevistaPontoCom, em 20 março de 2011, sobre Biblioteca Escolar.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Biblioteca do Senado: obras raras e históricas ajudam a contar a história do Brasil

03/04/2011 - 17h05
Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil

 
Brasília – Obras raras, bancos de dados internacionais, coleção de acessibilidade em áudio e volumes em multimeios, como CDs, DVDs e microfilmes. Esses são alguns dos serviços oferecidos pela Biblioteca do Senado Federal, em Brasília, que permite o acesso ao público em geral, no período da manhã.

Ao todo, o acervo da biblioteca, que leva o nome do acadêmico e ex-senador Luiz Viana Filho, envolve mais de 500 mil volumes entre dicionários, enciclopédias, livros e periódicos. Cerca de 60% das obras são relacionados ao campo do direito e os 40% restantes estão focados, principalmente, em ciências sociais. O objetivo principal da biblioteca é atender às necessidades de consultas de senadores e assessores técnicos.

“Desde a formação original da biblioteca, ela tem como orientação principal dar apoio ao Senado e ao Congresso Nacional. Nós somos uma biblioteca parlamentar”, esclarece a diretora, Simone Bastos Vieira.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Dez bibliotecas que oferecem mais que livros - e atraem com gibis, discos e shows


O Guia aponta o melhor das três principais bibliotecas da cidade e destaca sete espaços onde os livros não são os únicos protagonistas
Anderson Santiago e Natalia Engler
 
Biblioteca Mário de Andrade
Fundada em 1925 e reaberta no último dia 25, a segunda maior biblioteca do país tem um acervo de 3,3 milhões de itens. Além da coleção geral, o local abriga sala de artes, mapoteca, sala de leitura de periódicos e seção de obras raras, que podem ser consultadas mediante agendamento. No mesmo prédio, mas com entrada independente, fica a biblioteca circulante. Ali, os usuários podem realizar pesquisas, ler revistas e jornais e levar para casa um dos 42 mil livros disponíveis para empréstimo (para isso, é necessário fazer uma inscrição no local), que compreendem desde clássicos, como "Dom Casmurro", de Machado de Assis, até publicações recentes, como "Morte de Tinta", de Cornelia Funke.
Só tem aqui: um dos dois exemplares existentes da primeira obra sobre os jesuítas nas Américas, de 1551
Pontos positivos: o mezanino da circulante, com vista para a rua da Consolação, e o jardim, onde é possível mergulhar na leitura sob a sombra de uma grande árvore
Pontos negativos: se bater a fome, o visitante deve recorrer a algum dos estabelecimentos da região, já que o café previsto no projeto ainda não está funcionando.


www.bma.sp.gov.br  

R. da Consolação, 94, Consolação, região central, Tel. 3256-5270.  
Sala das Artes, seg. a sex.: 8h30 às 20h30. Obras Raras, seg. a sex.: 8h30h às 17h (somente c/ agendamento). a d n Circulante - av. São Luiz, 235, Consolação, tel. 3256-5270. Seg. a sex.: 8h30 às 20h30. Sáb.: 10h às 17h. 

Biblioteca de São Paulo
Moderno, o local atrai jovens em busca de best-sellers. Entre uma leitura e outra, é possível curtir um show ou participar de uma oficina.
Só tem aqui: programação intensa para crianças e adultos com shows, bate-papos e oficinas
Pontos positivos: o número de computadores conectados à internet, as revistas estrangeiras e o horário estendido de funcionamento
Pontos negativos: ausência de obras raras e superantigas.



Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Canindé, tel. 2089-0800. Ter. a sex.: 9h às 21h. Sáb. e dom.: 9h às 19h. Livre. 

Bibliotecas do Centro Cultural São Paulo

Possui cerca de 120 mil livros e documentos divididos em quatro bibliotecas: Sérgio Milliet (geral), Alfredo Volpi (artes), Gibiteca Henfil e Louis Braille (braile).
Só tem aqui: acervo imenso em braile
Pontos positivos: a variedade e a discoteca, com obras antigas para se ouvir
Pontos negativos: computadores obsoletos e demora na pesquisa.


CCSP - r. Vergueiro, 1.000, Liberdade, tel. 3397-4002. Ter. a sex.: 10h às 20h. Sáb. e dom.: 10h às 18h. Biblioteca Louis Braille: ter. a sex.: 10h às 19h. Sáb.: 10h às 18h. Livre. 

Outras bibliotecas 

Biblioteca do Centro Brasileiro Britânico tem mais de 7 mil títulos em inglês

Além dos livros, espaço conta ainda com um rico acervo de periódicos, como a coleção completa da revista Granta 

PublishNews - 10/02/2011 - Redação
http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=62040
 
Quer ler Shakespeare, Virginia Wolf, Doris Lessing, Ian McEwan, Tom Stoppard ou J. K. Rowling no original? A dica é a Biblioteca do Centro Brasileiro Britânico (Rua Ferreira de Araújo, 741 – Pinheiros – São Paulo/SP), uma parceria entre a Cultura Inglesa e o British Council. São mais de 7 mil livros em inglês, além de uma coleção com os principais periódicos britânicos. Se preferir treinar os ouvidos, é só escolher entre os seis canais da BBC disponíveis.
 
A entrada é gratuita e qualquer pessoa pode utilizar o serviço, mas quem quiser levar os livros e revistas para casa deve se associar à biblioteca pagando uma anuidade de R$ 20. Para tal, basta apresentar comprovante de residência, documento de identidade original ou outro documento com foto. Maiores de 60 anos são isentos. Os associados ainda têm direto a 50% de desconto em todos os eventos promovidos pela Cultura Inglesa São Paulo. O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 9h às 19h.