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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Curta "A Vingança da Bibliotecária"

"Jamais perturbe o silêncio de uma biblioteca, ou despertarás a fúria da bibliotecária decrépita. Filmofagia de signos do imaginário terrorífico universal."

Quem disse que bibliotecas não podem render boas e horripilantes histórias?

A Vingança da Bibliotecária é um curta de terror que se passa na Biblioteca Central dos Estudantes (BCE) da UnB (Universidade de Brasília).




Ficha técnica:

Gênero: Experimental
Subgênero: Terror
Diretor: Santiago Dellape
Elenco: Catarina AcciolyDijair DinizGalileu HC Fontes,Mallu MoraesMaria José Brun
Duração: 5 min   
Ano: 2005      
Formato: 16mm 
País: Brasil      
Local de Produção: DF
Cor: Colorido


Prêmios nacionais:

Melhor Curta 16mm no Mostra Taguatinga em 2006
Melhor Filme Experimental no Olhares - Festival de Cinema e Vídeo da Universidade Federal de Viçosa em 2006
Melhor vídeo no Mostra Universitária de Vídeo em 2006
Prêmio Walter da Silveira no Festival imagem em 5 minutos em 2005
2º Melhor Curta no Festival universitário de Cinema e Vídeo de Curitiba em 2006

domingo, 25 de setembro de 2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

As funções do bibliotecário vão muito além da biblioteca


Eles podem envolver o desenvolvimento de projetos em conjunto com professores, setores pedagógicos e até administrativos

30/08/11 às 20:20  | 
Yannik D’Elboux, da revista Gestão Educacional para o Bem Paraná
 
Na Antiguidade, as bibliotecas eram espaços restritos a poucos grupos, sobretudo religiosos, pois o saber tinha um caráter sagrado. Apenas os sacerdotes e os nobres sabiam ler e, consequentemente, podiam ter acesso ao conhecimento. Já o mundo contemporâneo é marcado pela democratização da informação, os acervos estão por toda parte, na realidade física e virtual, e têm passagem livre para quem quiser explorá-los. Apesar do livre acesso, um guia capaz de auxiliar na seleção de conteúdos, em meio ao enorme volume de informações disponíveis, não pode ser dispensado. Nesse contexto, o bibliotecário, que era visto como “guardião de livros” no passado, passa a ser um mediador entre as diferentes fontes de informação e o público. Entretanto, de forma geral, a escola ainda não conhece suficientemente a amplitude das funções do bibliotecário, que acaba não desenvolvendo todas as atividades para as quais é apto, nem as diferentes possibilidades pedagógicas que a biblioteca oferece.

A Organização dos Estados Americanos (OEA) destaca que compete à biblioteca escolar não somente lidar com as demandas do aluno, mas, sobretudo, atuar no contexto do projeto político-pedagógico da instituição de ensino, por meio do trabalho integrado com o professor e a gestão escolar. Para a presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), também mestre em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e chefe da Biblioteca da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária do mesmo Estado, Nêmora Arlindo Rodrigues, nem sempre as escolas estão cientes dessa função, em primeiro lugar, porque o brasileiro em geral não tem o hábito de frequentar bibliotecas e isso inclui os docentes. “A necessidade imediata é de que professores e bibliotecários atuem em conjunto, transformando a biblioteca escolar num espaço de aprendizado em apoio ao processo pedagógico desenvolvido na escola. Não deve haver distinção entre os espaços. A escola toda deve estar voltada para o mesmo objetivo e isso inclui a sala de aula, a biblioteca, os laboratórios de ciências e de informática, a cancha de esportes, os professores, alunos e pais.”

sexta-feira, 4 de março de 2011

12 de Março - Dia do Bilbiotecário

Comemora-se no dia 12 o Dia do Bibliotecário em homenagem ao engenheiro e bibliotecário por vocação, Manuel Bastos Tigre.

Ele nasceu no dia 12 de março de 1882 e, ao terminar o curso de Engenharia, em 1906, resolveu fazer aperfeiçoamento em eletricidade, no Estados Unidos. Uma vez lá, conheceu o bibliotecário Melvil Dewey, que instituiu o Sistema de Classificação Decimal.

Bibliotecário

Este encontro foi decisivo na sua vida, porque, em 1915, aos 33 anos de idade, largou a engenharia para trabalhar com biblioteconomia.
Prestou concurso para bibliotecário do Museu Nacional do Rio de Janeiro e se classificou em primeiro lugar, com o estudo sobre a Classificação Decimal.

Transferido, em 1945, para a Biblioteca Nacional, onde ficou até 1947, assumiu depois a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil, na qual trabalhou, mesmo depois de aposentado, ao lado do Reitor da instituição, Professor Pedro Calmon de Sá.